noticia

ESTRADA DA COLÔNIA DE JAGUARI

Na administração do Dr. Severiano de Almeida, no ano de 1891, foram construídos os principais acessos nas direções de São Vicente e de Santiago, totalizando 15 quilômetros de estradas. Entre elas destaca-se o acesso à cidade pela principal rua, atualmente denominada, Avenida Sete de Setembro.

Fonte: MARCHIORI, José Newton Cardoso. Esboço histórico de Jaguari. Santa Maria: Pallotti, 1999.

DOUTOR SEVERIANO DE SOUZA DE ALMEIDA

Dr. Severiano de Souza de Almeida assumiu a chefia da Comissão de Terras e Colonização de Jaguari, em 21 de março de 1891, eis que já integrava a equipe de Siqueira Couto, como agrimensor. Com a posse de Severiano de Almeida, a Comissão de Terras de Jaguari desligou-se da ex-colônia Silveira Martins, constituindo um projeto independente.

Entre os anos 1907 e 1909, a Comissão de Terras e Colonização de Jaguari acabou sendo extinta, o Dr. Severiano de Almeida, foi transferido e a antiga Colônia converteu-se no 3º distrito de São Vicente do Sul.

Foram grandes o avanços e conquistas que aconteceram no período que Severiano de Almeida permaneceu como Chefe da Comissão, e pelo trabalho dedicado e competente frente a Comissão de Terras e Colonização, mereceu reconhecimento unânime, justificando lhe a alcunha de “Imperador de Jaguari”, atribuída pelo Governador Júlio de Castilhos. E, “como justa homenagem, o município de Jaguari perpetua seu nome em uma das principais artérias urbanas e no mais antigo grupo escolar da cidade”.

Fonte: MARCHIORI, José Newton Cardoso. Esboço histórico de Jaguari. Santa Maria: Pallotti, 1999.

DOUTOR JOSÉ MANOEL DE SIQUEIRA COUTO

A fundação da Colônia de Jaguari ocorreu em razão do grande trabalho realizado por José Manoel de Siqueira Couto desde os primórdios na fase inicial da Colônia (1886) até 21 de março 1891.

Siqueira Couto, como ficou conhecido, foi convocado para dirigir a “Comissão de Medição de Lotes e Estabelecimentos de Imigrante”, assumindo o cargo em 15 de abril de 1883. Não havendo mais lotes disponíveis para distribuição em Silveira Martins, em agosto de 1886, veio para a região, dando início aos trabalhos preliminares para a construção da Colônia de Jaguari.

Siqueira Couto foi um grande propulsor para a existência e o desenvolvimento da Colônia de Jaguari, seu trabalho foi incansável para o desenvolvimento da nova colônia, enfrentando várias dificuldades e adversidades, como a terra desconhecida, o clima com chuvas excessivas e invernos rigorosos, além das doenças que afetaram os colonizadores.

Pelo grande trabalho realizado em Jaguari, a rua principal de acesso a cidade levou o nome de “Rua Siqueira Couto”. No final do Governo de Miguel Chmielewski, intendente eleito em 1921, foi realizada a alteração do nome da referida rua para “Sete de Setembro”.

No início de 1891, Siqueira Couto, foi nomeado Chefe da Comissão sediada em Ijuí Grande, onde logo após pediu exoneração de cargo e, cansado de tantas lutas, acabou transferindo-se para sua terra natal, Barbacena, Minhas Gerais.

Foi na administração de Siqueira Couto, no primeiro semestre de 1890, que ocorreu na Sede de Jaguari, o alinhamento da praça e de algumas ruas, a demarcação de alguns lotes urbanos, bem como a derrubada e destocamento de uma área de 14.000 metros quadrados.

Fonte: MARCHIORI, José Newton Cardoso. Esboço histórico de Jaguari. Santa Maria: Pallotti, 1999.

Colônia de Jaguari

“O Município de Jaguari, fruto de projeto de colonização iniciado nos últimos anos do Império, tem suas verdadeiras raízes históricas fincadas em período muito anterior, conforme testemunho de abundantes artefatos indígenas e alguns registros bibliográficos que remetem a meados do século XVII”.

No ano de 1877, os primeiros imigrantes italianos chegaram à Colônia de Silveira Martins. Com o crescimento da imigração e não havendo mais lotes disponíveis para distribuição naquela Colônia, passaram a buscar terras devolutas ao redor.

Por sua localização, a colonização de Jaguari levou mais tempo para ser iniciada. “Somente em agosto de 1886, o Dr. Siqueira Couto deslocou-se à região, dando início aos trabalhos preliminares”. O projeto de colonização de Jaguari, logo no início, teve dificuldade devido ao interesse de alguns exploradores de madeira locais, as quais solicitavam legitimações de posse sobre grandes áreas. No primeiro ano de atividades foram medidos 78 lotes de 25 hectares, e logo até o início de 1888 foram medidos 249 lotes agrícolas nas terras de Jaguari.

Em abril de 1888 ingressou na Comissão encarregada pela medição o Dr. Severiano de Souza de Almeida.

Conforme dados do Registo de Imigrantes da Colônia de Jaguari ou no Registro de Colonos Imigrantes 1888-1906, as primeiras concessões de lotes agrícolas aconteceram em setembro de 1888 e continuou nos anos de 1889 estendendo-se até 1906. Os imigrantes predominantes eram os italianos, mas entre eles apareciam os poloneses, austríacos, alemães, belgas, franceses, ingleses, espanhóis, entre outros.

Além destes imigrantes enviados pelo serviço de colonização, Jaguari também recebeu os imigrantes de outras rotas, entre eles um expressivo contingente oriundo da Colônia Rio Negro, no Uruguai.

“Até o final de 1890, o trajeto de Silveira Martins para Jaguari era feito em carroções, a cavalo ou a pé, pois somente em 23 de dezembro daquele ano foi inaugurado o trecho ferroviário Santa Maria-Cacequi”.

A vida do imigrante era cheia de dificuldade e preocupações. “Não bastava a saudade da pátria distante, dos amigos parentes que lá ficaram, tudo era novo nesta terra inculta e estranha”, as condições eram precárias e insalubres. As epidemias alastravam-se entre os imigrantes. Foram dezenas vitimados pelo tifo, difteria, diarreias, pneumonias, sarampo, tuberculose, e outras doenças infecciosas não diagnosticadas.

“Com relação à estrutura da Colônia, cabe frisar que as primeiras demarcações de lotes foram deitas nas terras compreendidas entre os rios Jaguarizinho e Jaguari.”

Com o desenvolvimento da Colônia de Jaguari, surgiram novos núcleo. Em 1891, foi criado o núcleo de Ernesto Alves, situado à margem do Rio Jaguarizinho. Após em agosto de 1892 criou-se o número Toroquá e, finalmente, o de São Xavier, no ano de 1894.

Fonte: MARCHIORI, José Newton Cardoso. Esboço histórico de Jaguari. Santa Maria: Pallotti, 1999.

Resgate Histórico do Grito do Nativismo Gaúcho de Jaguari

Jaguari sempre foi pioneira e empreendedora desde seus primórdios aos dias atuais, promovendo vinte e três edições do Grito do Nativismo Gaúcho, colocando a Terra das Belezas Naturais, no mapa da história da música do Mercosul. Este espírito empreendedor da Associação Cultural Tradicionalista de Jaguari fora regido por seu lema “A ação de hoje, tradição de amanhã.”

A Comissão Organizadora do 1º Grito do Nativismo Gaúcho de Jaguari reportou o espírito deste festival na contra capa do primeiro disco:

Por acreditarmos que Jaguari, pelas suas belezas naturais e pelo seu povo, tinha condições de se tornar um ponto de referência na cultura gaúcha, reunimo-nos em agosto de 1985, para em várias reuniões, deliberarmos se havia ou não possibilidade realização de um Festival de Música Nativa, com o objetivo de provocar um encontro de músicos e instrumentistas gaúchos em nossa terra e incentivar a juventude, local e regional, para criatividade na arte musical e literária.

De reunião em reunião, conseguimos sensibilizar o CTG, a Rádio Jaguari, o Lions Clube, o Capejar, o Léo Clube, a Indústria e o Comércio local bem como a Prefeitura, que foi quem avalizou o nosso evento.

Fundamos a seguir a Associação Cultural e Tradicionalista de Jaguari para que fosse a coordenadora do Festival que a esta altura já tinha o nome de 1º GRITO, e passamos a visitar os festivais da região para irmos pegando cancha, para que nosso Festival, errássemos o mínimo possível.

Gente de Jaguari mesmo, criou o emblema, motivo para decoração do palco do Festival, além da capa deste 1º LP que vos apresentamos. Em Jaguari, todos vibraram. Esperamos agora que o Rio Grande do Sul acredito em nosso Projeto.

Assim surgiu o Grito do Nativismo Gaúcho de Jaguari inspirado no contexto histórico do movimento dos festivais do Estado do Rio Grande do Sul e motivados pelas lideranças culturais de Jaguari, o qual se tornou um evento referência cultural e poético-musical.

Confira no site da Câmara Municipal de Jaguari as capas dos discos e as músicas de todas as edições: https://camara.jaguari.rs.gov.br/cultura/musicas-grito/

A 1ª edição do Grito do Nativismo foi presidida por Daniel Lena Marchiori, sendo realizada em janeiro de 1987, no Salão Paroquial de Jaguari, nela se consagrou campeã o Hino Nativista de Jaguari, “Caminhos de Jaguari”, uma composição de Cláudio Lena, Luiz Bastos e Mauro Ferreira, na interpretação de um dos maiores cantores gaúchos, César Passarinho.

Com a conclusão das obras do Ginásio Municipal de Esportes, atualmente denominado “Daniel Lena Marchiori”, o festival passou a ser realizado naquele amplo espaço até sua 7ª edição.

A 2ª edição do evento foi presidida pelo tradicionalista João Damásio Cattelan.

Nas 3ª, 4ª e 5ª edições do Grito Nativismo o empresário Edison Bedin foi o presidente do festival.

A 6ª edição do Grito do Nativismo foi presidida pelo grande incentivador da cultura nativista em Jaguari Antônio Carlos Almeida Boeira.

E o 7º Grito do Nativismo, último a ser realizado no Ginásio de Esportes, foi presidido pela entusiasta professora Marilene Nadalon Bertoncheli.

O Festival foi crescendo, sua infraestrutura melhorando e consequentemente sua qualidade cultural e musical, tornando-se uma referência, assim em 1991, no 3º Eco dos Festivais de Tramandaí, a música “Terra e Gente” de Mauro Moraes foi apontada pelos jurados como a melhor música dos festivais nativistas do Rio Grande do Sul.

A 8ª edição do Grito do Nativismo foi presidida por Antônio Carlos Saran Jordão, trazendo inovações em sua estrutura, eis que o evento passou a ser realizado no Clube de Caça e Pesca de Jaguari (CAPEJAR), construindo-se uma verdadeira cidade de lona às margens do Rio Jaguari.

Em janeiro de 1995 foi realizada a 9ª edição do Grito do Nativismo, presidida por Gentil Campara, acompanhado de sua esposa, a musicista Marlene Zucco Campara, trazendo o show da banda Nenhum de Nós para abrilhantar o evento.

A 10ª edição do Grito do Nativismo, também presidida por Gentil Campara, construiu uma estrutura inovadora para a época, com uma pista de 500 metros quadrados para a realização dos bailes, com duas lonas, aumentando a capacidade de público nas quatro noites de evento, abrindo-se espaço para a música instrumental. Sendo lançado o CD Grito do Nativismo Gaúcho – 10 anos, com as principais vencedoras de cada ano.

O radialista Orestes Bolzan Bertoncheli foi o presidente da 11ª edição do Grito do Nativismo quando as composições classificadas passaram a ser gravadas em CD, havendo neste o registro da famosa composição “Caminhos de Jaguari” de forma instrumental, com arranjos do maestro Daniel Morales.

A 12ª edição do Grito do Nativismo foi presidida por Eudo Callegaro Tambara momento em que foi sonhada a construção de um pavilhão de eventos que atendesse as necessidades do festival e da comunidade jaguariense.

O 13º Grito do Nativismo também foi presidido pelo empreededor Eudo Callegaro Tambara.

O pavilhão de eventos foi ampliado para 3.500 metros de área construída para abrigar a 14ª edição do Grito do Nativismo, também sob a presidência de Eudo Callegaro Tambara.

O 15º Grito foi presidido por Joceli Antônio Salin, momento que foram ampliadas as instalações e a parceira entre a Associação Cultural e Tradicionalista e o Clube de Caça e Pesca de Jaguari – CAPEJAR, destacando-se a escrita do Poema Jaime Brum Carlos sobre a data:

O tempo passou e a menina cresceu… E a infância passou. E a boneca de louça ou de pano talvez, nas brumas dos anos, perdida no tempo, ficou igualzinha, pois boneca de pano ou mesmo de louça não cresce nem sonha como sonham e crescem as bonecas de carne semeando a ternura em mil horizontes abertos aos sonhos do seu mundo interior. Tomara que o tempo que, um dia levou a boneca de pano ou de louça talvez, não leve a doçura deste teu sorriso e nem a pureza dos teus olhos mansos, boneca-menina, menina-mulher. (Jaime Brum Carlos)

A 16ª edição do Grito do Nativismo também foi presidida por Joceli Antônio Salin.

Excepcionalmente, o 17º Grito, foi realizado em agosto de 2003, conjuntamente com a FEICOAGRO, sendo presidido por Eudo Callegaro Tambara.

O 18º Grito do Nativismo também foi presidido por Eudo Callegaro Tambara se firmando como um dos maiores eventos nativistas do Estado do Rio Grande do Sul.

A 19ª edição do Grito do Nativismo foi presidida por Joceli Antônio Salin, sendo considerado um dos maiores festivas, com a participação de milhares de pessoas.

Estamos em busca de informações mais concretas com relação a 20ª edição do Grito do Nativismo Gaúcho de Jaguari.

A 21ª edição do Grito do Nativismo aconteceu em agosto, em razão de enchente, tendo como presidente Valdecir Cristofari.

Para não se perder a história e a tradição do evento a Associação Cultural e Tradicionalista de Jaguari foi extinta em 2012, transferindo seu patrimônio ao CAPEJAR, para que este mantivesse viva a história do famoso festival. Assim, ocorreu o 22º Grito, presidido pela professora Maria Helena Callegaro.

A 23ª edição do Grito do Nativismo Gaúcho de Jaguari foi a última, realizada em 2012.

Para preservarmos a história solicitamos a todos que tenham informações relevantes sobre o Grito do Nativismo, especialmente, sobre as realizações de cada presidente, as premiações das músicas e o reconhecimento destas músicas noutros eventos, que nos encaminhem os dados para podermos complementar as informações históricas, através do E-mail: camara@jaguari.rs.gov.br.

HINO NATIVISTA DO MUNICÍPIO DE JAGUARI

A Jaguari centenária é conhecida e reconhecida como Terra das Belezas Naturais, sendo traduzida em versos e melodia pela canção Caminhos de Jaguari com letra de Cláudio Lena e Mauro Ferreira e música de Luiz Bastos, a qual se tornou o Hino Nativista do Município de Jaguari pela Lei Municipal n.º 1.950, de 15 de setembro de 1992.

Para este resgate histórico confira a apresentação do renomado César Passarinho, durante o 1º Grito do Nativismo Gaúcho de Jaguari, realizado em janeiro de 1987, no Salão Paroquial de Jaguari.

https://youtu.be/lDUMumVx7dU

Agradecemos ao Historiador João Damásio Cattelan por preservar tais acervos e ao Júnior Carlan (JBC Vídeo) por conseguir resgatar este importante momento na história de Jaguari.

PROJETO CENTENÁRIO DE CULTURA DA CÂMARA MUNICIPAL DE JAGUARI

Muitas eram as programações para celebrar a história e o centenário da emancipação política administrativa do Município de Jaguari, as quais tiveram que ser adiadas em razão deste período difícil que estamos passando, por motivo da pandemia.

Sendo assim, como forma de promover a cultura e a história de nosso Município, ao iniciarmos o mês de agosto de 2020, a Câmara Municipal através de seus canais de comunicação apresenta o “Projeto Centenário de Cultura”.

Este Projeto objetiva reavivar a memória e promover a cultura em nosso Município e aos jaguarienses espalhados pelo mundo, por isso surge a necessidade de reconhecermos, divulgarmos e promovermos a cultura e a história de Jaguari, a qual se consagra por suas belezas naturais, a determinação do seu povo e o amor a nossa terra, reafirmando a importância da preservação do patrimônio natural, cultural e histórico.

MUDAS DE VIDEIRAS SÃO ENTREGUES AOS ASSOCIADOS DA COOPERATIVA AGRÁRIA SÃO JOSÉ

Durante a manhã, desta quinta-feira (17), o Presidente do Legislativo Municipal, Vereador Igor Rosa Tambara, juntamente com o Prefeito Municipal, Roberto Carlos Boff Turchiello, na sede da Cooperativa Agrária São José, acompanharam a distribuição das mudas de videiras aos associados da Cooperativa.

Através de uma Emenda Parlamentar do Deputado Federal Alceu Moreira, no valor de R$ 231 mil, ao Município de Jaguari, foi possível a aquisição de mais de 28 mil mudas de videiras aos produtores jaguarienses, beneficiando aproximadamente 60 famílias. Dentre as mudas ofertadas, podemos destacar as variedades RBS Violeta, BRS Carmen e Bordô.

Este recurso foi destinado ao Município de Jaguari, por meio de uma reivindicação do Vereador Igor Rosa Tambara e do Prefeito Roberto Turchiello, junto ao Deputado Federal Alceu Moreira, após demanda dos agricultores prejudicados com o uso abusivo de herbicidas. “Precisamos buscar cada vez mais, projetos que busquem atender o coletivo, fortalecer a agricultura familiar e valorizar essa cultura tradicional de nosso Município”, destacou o Presidente Igor.

CÂMARA MUNICIPAL DE JAGUARI ESTABELECE NOVAS ORIENTAÇÕES E MEDIDAS DE PREVENÇÃO AO COVID – 19

🔸 BANDEIRA LARANJA

A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Jaguari publicou a Resolução de Mesa n.º 003/2020, que estabelece orientações e procedimentos quanto às medidas de proteção para enfrentamento da pandemia decorrente do Coronavírus (COVID-19) no âmbito da Câmara Municipal de Jaguari conforme pelo Decreto Estadual n.º 55.240/2020.

Conforme regulamentação do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, em consonância ao Sistema de Distanciamento Controlado, nossa região foi classificada com risco médio, por isso “BANDEIRA LARANJA”. Diante disso, serão adotadas as seguintes medidas, enquanto permanecer a referida bandeira:

– A Câmara Municipal adotará expediente, em turno único, de segunda à sexta-feira, das 7h30min às 13h30min, com os funcionários ordenados em regime de escala de trabalho;

– As Sessões Plenárias Ordinárias da Câmara Municipal de Jaguari acontecerão às segundas-feiras, às 17h, com redução de 50% do tempo em cada momento legislativo, salvo acordo de lideranças;

– As reuniões das Comissões Permanentes e Especiais serão realizadas quando houver matéria de urgência;

– Será permitido o acesso de no máximo 2 (dois) visitantes por vez no âmbito da Câmara Municipal, observando a obrigatoriedade do uso de máscara individual durante todo o período que estiverem no local, distanciamento e medidas de higienização obrigatórios;

– Estão canceladas as Sessões Solenes, Audiências Públicas e outros eventos já programados pela Câmara Municipal de Jaguari.

– Permanece o atendimento virtual e telefônico:

Email: camara@jaguari.rs.gov.br

Telefone: (55) 3255 1451

– As Sessões Legislativas podem ser acompanhadas na íntegra pelo Facebook ou Youtube:

https://www.facebook.com/camarajaguari/
https://www.youtube.com/channel/UCIvCOmd3oGNR3-NA1kBwl4A

“O momento inspira cuidados, a prevenção é o melhor remédio”

🔸Faça a diferença!

🔸Siga as orientações médicas!

🔸Se puder, fique em casa!

CÂMARA MUNICIPAL DE JAGUARI RETORNA COM SUAS SESSÕES PLENÁRIAS

A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Jaguari, publicou nesta segunda-feira, 20 de abril de 2020, nova regulamentação para a manutenção das ações preventivas do CORONAVIRUS (COVID-19), no âmbito do Legislativo Municipal, a Resolução de Mesa n.º 002/2020.

As Sessões Plenárias retornarão no dia 27 de abril de 2020, com redução em 50% do tempo de cada momento legislativo, em razão das medidas de segurança e proteção frente ao enfrentamento da pandemia. Ainda permanecem restrito o acesso do público externo às Sessões Plenárias, com a manutenção das transmissões pela internet. Durante as atividades legislativas, incluindo as Sessões Plenárias, é obrigatória a manutenção das medidas de segurança e proteção cabíveis, com o uso de máscara facial de proteção individual e álcool gel por todos os Vereadores e Servidores.

A Câmara Municipal de Jaguari manteve suas atividades legislativas no período de isolamento social, suspendendo apenas a realização das sessões plenárias, momento em que desenvolveu relevantes serviços à comunidade jaguariense como o cadastramento da população no Auxílio Emergencial.

O Poder Legislativo de Jaguari adotará expediente em turno único de segunda à sexta-feira, das 7h30min às 13h30min, com escalas para o trabalho presencial, para evitar aglomeração. A Câmara Municipal de Jaguari fornecerá álcool gel e papel toalha para a higienização dos cidadãos que buscarem atendimento, devendo ser respeitado o distanciamento interpessoal de, no mínimo, dois metros.